Um amigo me mandou esse video. Achei um humor bem sarcastico.
http://www.youtube.com/watch?v=bLfDbAzVWbQ
domingo, 29 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
No mundo da Lua

Autor pipe
A Sad Fallen Orc
Falling…Falling…Falling
Falls the twilight in the blood-soaked soil…
So fell 2-hundred men and orcish soldiers
Whose battle has bled the earth.
The Wargodish anger shown here,
Driven by fury and anger,
Has destroyed every single remainder of peace and well-being…
As their swords and shields did cry,
So do their wives and children…
For this battle has ended with no winner
But death and sorrow themselves…
Bleeding a thousand tears from his eye
Remains a Sad Fallen Orc
Crying and complaining:
“Death, why had thou taken me not?
All of my companions and enemies,
Whose Bloodlust was endless and eternal,
Has received their righteous priceless death;
So why, powerful and potent Death,
Mother of all disease and decadence,
Have you left me here, bleeding and emaciating…”
He, pathetically, cries and agonizes…
For this is the prize given for his unmatched and proud strength.
He has dreadfully slain all of his opponents…
“Death to all who oppose us, woe for them”.
All this worth and strength will echo eternally down this battlefield…
And, in a yet larger extension,
Will echo the feeble ridiculous cries and complaints
Of this fallen sad (yet Strong and Honored) orc…
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
No mundo da Lua

"Segue a primeira pagina de um conto de minha autoria, logo posto as demais paginas."Uma Lenda, das Férias do Senhor Morte.
Em um lindo alvorecer, uma mulher esta impacientemente esperando algo que provavelmente virá do fim da rua.
A rua é clara e iluminada com vários néons e outdoors luminosos com disseres: BLACK GAME IS HERE!!; LOSE YOUR MONEY HERE!; IDIOTS WELCOME!
As fachadas são amplas com enormes tapetes vermelhos, bobos da corte disfarçadas de chofers ficavam estacionados nas portas dos carros esperando o momento certo em que seus pratões virão cambaleando e se arriscarão a entrar no carro pela janela traseira.
A vida noturna na cidade da noite esta por acabar, as profissionais do amor vão se retirando para seus covis da beleza, hienas das apostas vão se recolhendo para suas devidas jaulas, os leões guarda-costas vão tomando suas devidas injeções e se retiram para suas devidas covas, os menos afortunados (turista porto-riquenhos que perderam todo seu dinheiro) dirigem-se para seus alojamentos. Incríveis suítes com vista ampla para sarjeta.
Alheia a tudo isso a mulher que tem as suas costas o sol nascente. Procura avivadamente pelas ruas sua companhia que já esta atrasada em muitos minutos. Irei diminuir a narrativa dos fatos para que você o caro espectador possa imaginar, ver e acenar para esta ilustre dama. Enquanto se sucede à narrativa procure ouvir ao fundo como trilha sonora a musica Solitary Shell de Bah, executada pó Mozart, Joe Ramone e vocais de Bruno e Marone com Elba ramalho.
Lenda é uma mulher de 1,78, tem cabelos pretos suas feições são claras e definidas, seus olhos são duas galáxias tão claras e tão escuras... São como poços onde os mortais não querem se perder, porém acabam de perdendo. Suas vestes são um longo vestido de uma cor tão vibrante e lúcida que ela por si só é um desafio à retina de qualquer mortal é algo parecido com roxo alaranjado com toques sutis de verde-limão, um lindo pingente de ferro com o formato do planeta Terra pende em seu pescoço, o ferro do pingente tem uma cor azulada representando fielmente o planeta em destaque e por fim e não menos importante ela calça um belo par de allstar branco. Lenda esta apoiada em sua bicicleta com a qual ela jura que irá atravessar o mundo. Literalmente. Sua bicicleta era lilás, com o quadro em uma única peça de alumínio e no centro do quadro um grande circulo em espiral preenche o espaço vago entre o quadro e o pedal. Esse grande espiral atrai fatalmente os olhos de gatos e pitchers, desprevenidos que vagam pelas ruas, esse espiral é tão mortal e enfadonho quando a realidade, pois, uma boa lenda ultrapassa a fronteira do real. O guidon e reto e plano como as coisas que são possíveis, porem as hastes do guidon se, entortam para cima transformando-o em um chifre se entortam mais uma vez na horizontal em formato de onda dando uma aparência bizarra e cubista. Digna de Van Goh ou Leonardo da Vinci. Os pedais são de metal com um design muito ultrapassado, até parece que a bicicleta saiu do século 12. Os freios da bicicleta são o que de mais moderno existe no cenário automobilístico. Dois discos de 17 centímetros travam as rodas a resposta fisicoquantica demora longos 30 nanos segundos até que o freio comece a diminuir p movimento de rotação e translação da terra, para que assim a bicicleta diminua a velocidade de 300 km/h em menos de 10 nano segundos.
Realidade e Fantasia (pais de Lenda) sempre estiverem por perto no crescimento físico, metal e meta realístico de seus bebezinhos, e perceberam que Lenda sempre foi diferente enquanto Ilusão aprendia andar, Lenda já falava e como falava (detalhe minúsculo e sem real importância, Ilusão era 110 anos mais velho que Lenda).
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das Férias do Senhor Morte.,
Uma Lenda
No mundo da Lua
Anjo Meu
Anjo meu,
de beleza santa
e sorriso manto,
que me esquenta
inteiro.
Meu doce veneno,
meu sabor e cheiro,
de amor e alegria.
A tudo que se desfez
e se refaz
entre nós
há beleza.
Há tempero.
Há pimenta.
Tantos cantos
em que cantamos
melodias calientes,
que inventamos ,
entrelaçados
com os corpos
e as mentes..
Aqui ,
parei para "poesiar"
tua beleza santa
e me esquentar
em seu manto sorriso,
cheio de abrigo
e amor.
R.
Anjo meu,
de beleza santa
e sorriso manto,
que me esquenta
inteiro.
Meu doce veneno,
meu sabor e cheiro,
de amor e alegria.
A tudo que se desfez
e se refaz
entre nós
há beleza.
Há tempero.
Há pimenta.
Tantos cantos
em que cantamos
melodias calientes,
que inventamos ,
entrelaçados
com os corpos
e as mentes..
Aqui ,
parei para "poesiar"
tua beleza santa
e me esquentar
em seu manto sorriso,
cheio de abrigo
e amor.
R.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
No mundo da Lua
Tenho tanto sentimento
Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
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