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sábado, 19 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

No mundo da Lua

Passaram-se alguns minutos ate que ele recuperasse completamente e se sentisse disposto. No chão uma grande possa de sangue tingia de vermelho o chão da caverna, a mistura pro perto acinzentado com o vermelho do seu sangue produziu então uma cor totalmente nova uma cor que parecia o amanhecer, porem este amanhecer era tomado por traços metálicos que se desprendiam do centro da circunferência e se agregavam na borda, criando assim varias linhas entre o centro e a borda.
Passaram-se alguns minutos para que Ele percebe-se que seu ferimento estava sangrando. Então ele se concentra fecha seus olhos.
O sangue para de jorrar. Levou alguns minutos para que o ferimento se fechar por completo, porem assim que o fez uma cicatriz enorme ficou no lugar que outrora foi um grande ferimento. Ele então olhou ao redor e viu onde se encontrava. Não acredito que consegui chegar aqui mesmo com aquela dor terrível. Porém devo procura Kohl e Tila eles devem estar em perigo. Ele começou a procurar por suas coisas, quando olhando para o chão viu os frascos quebrados e os líquidos perdidos.

“Droga perdi os remédios da fúria infatigabile, do luce e a cura do Kohl!! Estamos perdidos, condenei-o a morte! Droga tenho que acha-lo logo antes dos codemnares.”

Empunhado sua espada ele se dirigia a saída quando uma sobra apareceu na porta da caverna, seu contorno lembrava o de um homem que durante toda sua vida foi um fisiculturista. Seus músculos mesmo na sombra eram grandes e definidos. Sua presença deixava o recinto mais pesado e carregado. O silencio foi quebrado pelo recém-chegado.

__ Eu te cacei nos últimos dois dyals... E onde te encontro? Há alguns metros do meu destacamento! Que bela coincidência não acha Ntivy! __ Essa ultima palavra voaram como um escárnio e sarcasmo seguidos de uma grande e prolongada risada.

Não houve resposta. Seu insulto nem chegou a ofender seu inimigo, tanto que nenhum semblante de emoção passou pelo mesmo.

__ Ah! Já estava esquecendo! Sua amiga atiradora e seu amigo envenenado estão sendo perseguidos há algumas hurus temo que logo pereçam. Assim como você. __ se segue outra longa gargalhada.

Perseguido e perseguidor se entre olharam, alguns segundos se passaram ate que o perseguidor saca sua espada. E caminha tranquilamente até o perseguido. Parando a cerca de um metro e meio.

__ Vejo que se ferimento se curou. Então você resistiu à maldição?! Vejo que você é forte porem há um feitiço maior ainda em minha espada. __ ele parou olhou de novo para seu inimigo__ como acha q eu fiz esse ferimento em você? Como pode perceber minha espada é pequena. __ Sua espada era pequena e fina, era prateada e o cabo era roxo com listras negras. Mais parecia uma espada curta. Comparada de seu adversário ate parecia um brinquedo.

__ Ouvi, dize em uma reunião dos praticicios, que seu nome é Yan e que descente de um clã maldito e desnomeado. Isso procede?

Como não houve resposta, o inimigo que agora esta visível devido à meia luz da fogueira, ataca-o ferozmente.
O homem é alto devia ter no mínimo dois metros, sua feição é pesada e carregada. Sua pele é negra como a noite, seus olhos amarelos como o sol, seus dentes são afiados, grandes e seus caninos ficam expostos, pois, os mesmo são muito grandes. Seu cabelo é grande e liso, de sua testa brotam enormes chifres q se enrolam para trás de sua cabeça. O homem mais parece um animal do que um ser humano. Ele veste uma couraça de couro que cobre seu peito e nada mais. Também usa uma capa com o símbolo de um grande triângulo e em seu centro um grande olho azul. Sua calça também é de couro e ele usa um par coturno preto. Percebe-se claramente que ele é um soldado.
A espada prateada corta o ar em forma ascendente. O defensor tenta esquivar, saltando para a direita, porém o atacante atinge sua presa com um chute , que acertaria em seu abdômen se ele não tivesse se defendido com a lamina de sua espada, em um movimento tão rápido que uma pessoa despreparada não teria visto. Por sua espada ser tão grande e larga, permitiu que ele a use como escudo. No instante em que o golpe se choca com a lâmina o impacto gerado, joga-o para a parede no fundo da caverna.

__ Vê! Você não consegue nem se manter em pé, a maldição sugou toda sua força. Você se desgastou de mais curando seu ferimento, você esta em seu limite físico. Seus esforços cobraram seu preço. __ enquanto fala ele caminha na direção de sua presa__ Peça clemência a vossa Santidade e prometo que sua morte será rápida e indolor, seus soldados, ou melhor, amigos não é assim que você os nomeia? Tanto faz se você pedir clemência prometo que os farei deles meus escravos e aquela favela, a qual vocês a chamam de cidade será apenas queimada. Você sabe que poderíamos fazer bem mais que isso, então, por favor, peça clemência agora ou irei pessoalmente garantir que sua morte seja longa e bastante dolorosa, assim como a de seus amigos, sua família, de seus conterrâneos e de qualquer um que ousar dizer seu nome mais uma vez! O que me diz...?

__ Como você sabe tanto ao meu respeito? Já devo ter virado inimigo publico dos patrícios... não me importo, mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer.

__ Não nos subestime. O poder de um só patrício chega a ser igual ou superior aos estrangeiros __ sua voz oscilou de um conselho verdadeiro até um tom de puro sarcasmo e felicidade__ Então faça o que eu te disse e se entregue pacificamente. Você irá sofrer, mas não será algo comparado ao que um patrício pode fazer com você.

__ Eu te digo o que irei fazer__ sua voz ficou tão firme que poderia se chocar com uma montanha e despedaçá-la__ eu digo que irei arrancar sua cabeça e mostra - lá para seus soldados antes de matá-los. __ Ao dizer essas palavras ele avança com sua espada empunhada na direção do soldado.


&

Tila respirava ofegante, seu medo e preocupação ficaram evidentes nas ultimas horas. Enquanto calopavam rapidamente no corcel negro, ela analisava friamente sua situação.

O cavalo esta cansado, eu ainda não estou totalmente recuperada. Estou com apenas seis flechas, Kohl esta perdendo as forças mais rápido do que pensei. Droga! Desse jeito não iremos agüentar muito! Prometi que manteria Kohl vivo até que a cura chegasse, não tenho mais opções. Yan onde está você...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

No mundo da Lua

Prólogo






“... e assim ocorreu. Meses depois o governo federal saiu a sua caça. E não demorou para que ele fosse encontrado.

E lá estava Matt e sua pequena irmã Cintia, encurralados em um pequeno flat, de um prédio qualquer. Muito parecido com esses prédios que existem em praticamente todas as cidades do mundo, para ser franco não se consegue definir em qual cidade, estado ou país Matt e sua irmã se encontram, pois no fim tudo é tão parecido, tudo é tão igual.
Matt olha para sua pequena irmã indefesa e atordoada, pensa em como o outro lado, pensa se um dia ela o perdoara, pois, eles não podem ser pegos com vida. Seria como o inferno, ele já esteve varias vezes no inferno.
Apesar de sua puberdade estar no inicio Matt já era um homem e como tal viveria seus últimos segundos de vida.

Por fim ele a abraçou.
Beijou sua testa.
Disse que a ama e que ela sempre será sua princesinha.”
















Capitulo Um
Esforço Físico

Ele acordou deitado no chão pedregoso, suas costas quase quentes tocavam o chão muito frio, sua cabeça doía e latejava. Sua visão era turva e embaçada. Seus pensamentos eram desconexos, “o veneno funcionou perfeitamente”, seriam essas suas palavras se ele tivesse coordenação suficiente para falar.
Além de sua mente estar no limite seu corpo também estava, além das varias escoriações havia em seu abdômen uma fissura de 10 centímetros de diâmetro, seu sangue ao contrario do que seria fisicamente provável, jorra em pouca quantidade, comparado com o tamanho do ferimento deveria dele jorra um rio de sangue porem do mesmo corre apenas uma pequena nascente. Suas vestes são somente uma calça de couro totalmente aos pedaços e uma bota preta bem desgastada, ate parece q ele viajou mais de 1000 quilômetros com a mesma bota.
Há também uma absurda espada de 2,00 metros comprimento por 1,00 metro de largura, uma espada absurdamente grande e pesada e impossível para que um homem sozinho a empunhasse e muito menos lutasse com ela, sua lamina é negra com a noite e sem guarda. Ela também possui uma linha vermelha reta e uniforme localizada bem no centro de sua lamina. Seu cabo e feito do mesmo metal que a lamina formando assim uma única peça, seu cabo é revestido com ataduras que em alguns pontos estão tão desgastadas que deixão amostra o metal que forma o cabo.
No chão a uma espécie de cinto na qual existem pequenos bolsos vazios, s que caberiam pequenas laminas ou algo tão pequeno quanto. Também há alguns frascos quebrados e onde estão os estilhaços poças de líquidos de cores variadas se misturam.
A gruta é pequena e escura, pois, é noite. A única fonte de luz é uma pequena fogueira, que emana uma luz alaranjada e inebriante. No teto da caverna existem alguns estalaquitites, a caverna não deve ter mais de que alguns poucos metros de profundidade o suficiente para que um cavalo acompanhado de seu cavaleiro se refugiassem no covil.
Ele imóvel no chão quase que morto e seus olhos estavam longe e distantes, seus pensamentos vagam da terrível dor ao grande vazio, sua boca estavam com um gosto amargo com uma leve pitada de sangue. A dor brotava de todos os cantos de seu corpo cãibras e fisgadas musculares brotavam de todo o seu corpo, ele não consegue nem se debater, pois, a dor e confusão metal são tamanhas que ele fica imóvel, estático, parado com a dor consumindo suas forças. Seus olhos estão virados para cima e sua respiração é lenta e difícil, seu batimento cardíaco esta muito baixo, apesar da dor e confusão mental ele sente sua vida se esvaindo.


A dor foi diminuindo sua respiração, foi melhorando o batimento foi acelerando. Sua mente foi se limpando e clareando, a crise parecia estar passando, houve uma ultima pontada de dor e então ela desapareceu. Ele respirou fundo e ficou de pé. Seu corpo e mente voltaram a pertencer a ele, sua dor e confusão desapareceram. Abaixou-se e pegou sua espada e quando a ergueu uma ultima pondata de dor atravessou suas pernas, subi pelo abdômen, rasgou suas costas e explodiu em sua cabeça como que se fosse uma bomba. Seus ouvidos zuniam, sua visão ficou negra e sua voz desapareceu, seu ferimento começou a sangrar. Um rio de sangue brotava do mesmo. Ele ficou tonto e ameaçou desabar no chão para q isso ñ ocorre se ele se apoiou em sua espada, porém da mesma forma em que a dor começou ela também se foi.

by: Eu

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

No mundo da Lua




Montanhas altaneiras em ares de outra nação,
A natureza divina vibra com sua tenra paixão:
Eis que o preâmbulo do dia por vir
Entoa o Fim da noturna oração.

Então ermos em compaixão sintetizam o ardor
Da solar glória, que resplandece qual rosa em flor.
E o orvalho, ao cair, espelha a luz cegante
Do onipresente astro com seu raio brilhante.

Rompe a aurora, nasce o dia
Some a bruma, que alegria!
Há esperança, há ânimo
Pois o Sol se impõe; Quão Magnânimo!

Do firmamento antes estrelado
À ofuscante poderosa luz,
Nada é capaz de profanar o fado
Que o dia após a noite traduz.

Animai-vos então, povos da terra,
Pois Deus vos envia, mesmo na guerra,
A gloriosa & tenra lembrança
De que sobre o noturno desespero reina a matutina esperança.

by Morbid (Pipe)