Prólogo
“... e assim ocorreu. Meses depois o governo federal saiu a sua caça. E não demorou para que ele fosse encontrado.
E lá estava Matt e sua pequena irmã Cintia, encurralados em um pequeno flat, de um prédio qualquer. Muito parecido com esses prédios que existem em praticamente todas as cidades do mundo, para ser franco não se consegue definir em qual cidade, estado ou país Matt e sua irmã se encontram, pois no fim tudo é tão parecido, tudo é tão igual.
Matt olha para sua pequena irmã indefesa e atordoada, pensa em como o outro lado, pensa se um dia ela o perdoara, pois, eles não podem ser pegos com vida. Seria como o inferno, ele já esteve varias vezes no inferno.
Apesar de sua puberdade estar no inicio Matt já era um homem e como tal viveria seus últimos segundos de vida.
Por fim ele a abraçou.
Beijou sua testa.
Disse que a ama e que ela sempre será sua princesinha.”
Capitulo Um
Esforço Físico
Ele acordou deitado no chão pedregoso, suas costas quase quentes tocavam o chão muito frio, sua cabeça doía e latejava. Sua visão era turva e embaçada. Seus pensamentos eram desconexos, “o veneno funcionou perfeitamente”, seriam essas suas palavras se ele tivesse coordenação suficiente para falar.
Além de sua mente estar no limite seu corpo também estava, além das varias escoriações havia em seu abdômen uma fissura de 10 centímetros de diâmetro, seu sangue ao contrario do que seria fisicamente provável, jorra em pouca quantidade, comparado com o tamanho do ferimento deveria dele jorra um rio de sangue porem do mesmo corre apenas uma pequena nascente. Suas vestes são somente uma calça de couro totalmente aos pedaços e uma bota preta bem desgastada, ate parece q ele viajou mais de 1000 quilômetros com a mesma bota.
Há também uma absurda espada de 2,00 metros comprimento por 1,00 metro de largura, uma espada absurdamente grande e pesada e impossível para que um homem sozinho a empunhasse e muito menos lutasse com ela, sua lamina é negra com a noite e sem guarda. Ela também possui uma linha vermelha reta e uniforme localizada bem no centro de sua lamina. Seu cabo e feito do mesmo metal que a lamina formando assim uma única peça, seu cabo é revestido com ataduras que em alguns pontos estão tão desgastadas que deixão amostra o metal que forma o cabo.
No chão a uma espécie de cinto na qual existem pequenos bolsos vazios, s que caberiam pequenas laminas ou algo tão pequeno quanto. Também há alguns frascos quebrados e onde estão os estilhaços poças de líquidos de cores variadas se misturam.
A gruta é pequena e escura, pois, é noite. A única fonte de luz é uma pequena fogueira, que emana uma luz alaranjada e inebriante. No teto da caverna existem alguns estalaquitites, a caverna não deve ter mais de que alguns poucos metros de profundidade o suficiente para que um cavalo acompanhado de seu cavaleiro se refugiassem no covil.
Ele imóvel no chão quase que morto e seus olhos estavam longe e distantes, seus pensamentos vagam da terrível dor ao grande vazio, sua boca estavam com um gosto amargo com uma leve pitada de sangue. A dor brotava de todos os cantos de seu corpo cãibras e fisgadas musculares brotavam de todo o seu corpo, ele não consegue nem se debater, pois, a dor e confusão metal são tamanhas que ele fica imóvel, estático, parado com a dor consumindo suas forças. Seus olhos estão virados para cima e sua respiração é lenta e difícil, seu batimento cardíaco esta muito baixo, apesar da dor e confusão mental ele sente sua vida se esvaindo.
A dor foi diminuindo sua respiração, foi melhorando o batimento foi acelerando. Sua mente foi se limpando e clareando, a crise parecia estar passando, houve uma ultima pontada de dor e então ela desapareceu. Ele respirou fundo e ficou de pé. Seu corpo e mente voltaram a pertencer a ele, sua dor e confusão desapareceram. Abaixou-se e pegou sua espada e quando a ergueu uma ultima pondata de dor atravessou suas pernas, subi pelo abdômen, rasgou suas costas e explodiu em sua cabeça como que se fosse uma bomba. Seus ouvidos zuniam, sua visão ficou negra e sua voz desapareceu, seu ferimento começou a sangrar. Um rio de sangue brotava do mesmo. Ele ficou tonto e ameaçou desabar no chão para q isso ñ ocorre se ele se apoiou em sua espada, porém da mesma forma em que a dor começou ela também se foi.
by: Eu
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